Portugal considerado o 9º país mais seguro do mundo
30.05.2007 - 19h23 Lusa
Portugal é o nono país mais pacífico do mundo, de acordo com uma tabela publicada hoje. A lista é liderada pela Noruega, o Iraque surge na última posição e os Estados Unidos têm 95 países à sua frente.
O Global Peace Index, que agrupa 121 países, foi elaborado pelo filantropo australiano Steve Killelea para o The Economist Intelligence Unit, o centro de investigação associado à revista britânica "The Economist".
A tabela foi feita com base em 24 factores, entre os quais os níveis de violência, o crime organizado e as verbas que cada nação destina às forças militares.
Os países europeus estão em maioria no grupo dos dez dos mais seguros, enquanto os Estados Unidos da América ocupam a 96ª posição.
O estudo salienta que os países estáveis de pequena dimensão e integrados em blocos regionais como a União Europeia estão entre os mais tranquilos.
Os rendimentos dos cidadãos e o nível de educação são também factores determinantes na posição que cada país ocupa neste "ranking", cuja elaboração contou com o apoio de personalidades como os prémios Nobel da Paz Dalai Lama, Desmond Tuto e Jimmy Carter.
Segundo esta tabela, a Noruega é o país mais pacífico do mundo. Completam o "top ten" Nova Zelândia, Dinamarca, Irlanda, Japão, Finlândia, Suécia, Canadá, Portugal e Áustria.
No fundo da lista está o Iraque, considerado o mais perigoso, ainda mais do que Sudão, Israel, Rússia, Nigéria, Colômbia, Paquistão, Líbano e Costa do Marfim. Angola surge como o 10º país mais perigoso do mundo nesta tabela.
quinta-feira, maio 31
terça-feira, maio 29
Dia Europeu dos Vizinhos
1. Aborde o tema com os seus vizinhos
Não prepare esse convívio sozinho no seu canto. A melhor maneira de atrair
pessoas ao convívio do Dia dos Vizinhos, é abordar o tema à sua volta e
envolver os seus vizinhos nos preparativos. Quanto mais pessoas prepararem
esse convívio, e mais o boca em boca funcionará. Divida tarefas, partilhe
projectos, converse sobre o assunto. Preparar esse dia juntos, já é começar a
conviver!
2. Aplique-se na publicidade
Solicite cartazes e folhetos, junto da sua Câmara Municipal, Junta de
Freguesia, e coloque-os na entrada do seu prédio ou frente à sua casa, nas
portas de entrada e nos elevadores. Personalize os folhetos e convites,
indicando a data, hora e lugar do convívio.
3. Encontre o lugar certo
Para uma primeira vez, organize o convívio nas partes comuns do prédio
(pátio, entrada, hall, átrio, jardim) e não no apartamento de um dos habitantes.
Será menos constrangedor para as pessoas que não conhecem muita gente
no prédio. Se não houver nenhum lugar disponível no prédio, poderá utilizar o
passeio ou a rua, pedindo previamente autorização à Junta de Freguesia.
Pense em prever uma solução com abrigo em caso de mau tempo.
4. Instalação
Lembre-se do material para instalar um bufete improvisado (cavaletes e
tábuas, mesas) mas também cadeiras, nomeadamente para as pessoas de
idade.
5. Bebidas e comida
Há gostos para tudo! Por isso, preveja bebidas com e sem álcool. Sumos,
águas e sangria, são bebidas geralmente muito apreciadas nas festas. Pense
também nalguns snacks: bolachas salgadas, verduras, charcutarias,
aperitivos. O melhor, é que cada um contribua na constituição do bufete.
6. Não se esqueça das crianças, elas também participam no convívio!
As crianças são sempre um bom público, por isso, não se esqueça delas na
organização do convívio: comida adaptada, bebidas sem álcool, rebuçados,
balões, etc.
7. Não hesite em travar conhecimento
No Dia dos Vizinhos, não fique no seu canto. O objectivo é conhecer melhor
os seus vizinhos, por isso, dê o primeiro passo e apresente-se. Os tímidos
ficar-lhe-ão gratos. Se o seu prédio ou residência for muito grande, pode criar
etiquetas onde poderá inscrever o seu nome.
8. Participe realmente
Não seja um espectador mas sim um actor do convívio. Envolva-se na
organização e coloque-se no lugar dos outros. Imagine soluções para aqueles
a quem não dá muito jeito participar: quem cuidar de crianças, tiver uma
doença ou deficiência.
9. Cuide o ambiente
Pense também na decoração (grinaldas, flores, plantas) e na música. Mas
cuidado em não perturbar os vizinhos que não participarem no convívio. Não
seria um bom dia para se zangar com a vizinhança!
10. É apenas um início
O Dia dos Vizinhos é apenas um início, um primeiro passo para se viver
melhor no ambiente comum do dia-a-dia de cada um. Que este dia seja uma
boa oportunidade para se começarem projectos juntos, para acabar com o
anonimato e o isolamento, e para reforçar as solidariedades de proximidade.
DIA EUROPEU DOS VIZINHOS
Terça-feira 29 de Maio de 2007
www.vizinhos.eu
Não prepare esse convívio sozinho no seu canto. A melhor maneira de atrair
pessoas ao convívio do Dia dos Vizinhos, é abordar o tema à sua volta e
envolver os seus vizinhos nos preparativos. Quanto mais pessoas prepararem
esse convívio, e mais o boca em boca funcionará. Divida tarefas, partilhe
projectos, converse sobre o assunto. Preparar esse dia juntos, já é começar a
conviver!
2. Aplique-se na publicidade
Solicite cartazes e folhetos, junto da sua Câmara Municipal, Junta de
Freguesia, e coloque-os na entrada do seu prédio ou frente à sua casa, nas
portas de entrada e nos elevadores. Personalize os folhetos e convites,
indicando a data, hora e lugar do convívio.
3. Encontre o lugar certo
Para uma primeira vez, organize o convívio nas partes comuns do prédio
(pátio, entrada, hall, átrio, jardim) e não no apartamento de um dos habitantes.
Será menos constrangedor para as pessoas que não conhecem muita gente
no prédio. Se não houver nenhum lugar disponível no prédio, poderá utilizar o
passeio ou a rua, pedindo previamente autorização à Junta de Freguesia.
Pense em prever uma solução com abrigo em caso de mau tempo.
4. Instalação
Lembre-se do material para instalar um bufete improvisado (cavaletes e
tábuas, mesas) mas também cadeiras, nomeadamente para as pessoas de
idade.
5. Bebidas e comida
Há gostos para tudo! Por isso, preveja bebidas com e sem álcool. Sumos,
águas e sangria, são bebidas geralmente muito apreciadas nas festas. Pense
também nalguns snacks: bolachas salgadas, verduras, charcutarias,
aperitivos. O melhor, é que cada um contribua na constituição do bufete.
6. Não se esqueça das crianças, elas também participam no convívio!
As crianças são sempre um bom público, por isso, não se esqueça delas na
organização do convívio: comida adaptada, bebidas sem álcool, rebuçados,
balões, etc.
7. Não hesite em travar conhecimento
No Dia dos Vizinhos, não fique no seu canto. O objectivo é conhecer melhor
os seus vizinhos, por isso, dê o primeiro passo e apresente-se. Os tímidos
ficar-lhe-ão gratos. Se o seu prédio ou residência for muito grande, pode criar
etiquetas onde poderá inscrever o seu nome.
8. Participe realmente
Não seja um espectador mas sim um actor do convívio. Envolva-se na
organização e coloque-se no lugar dos outros. Imagine soluções para aqueles
a quem não dá muito jeito participar: quem cuidar de crianças, tiver uma
doença ou deficiência.
9. Cuide o ambiente
Pense também na decoração (grinaldas, flores, plantas) e na música. Mas
cuidado em não perturbar os vizinhos que não participarem no convívio. Não
seria um bom dia para se zangar com a vizinhança!
10. É apenas um início
O Dia dos Vizinhos é apenas um início, um primeiro passo para se viver
melhor no ambiente comum do dia-a-dia de cada um. Que este dia seja uma
boa oportunidade para se começarem projectos juntos, para acabar com o
anonimato e o isolamento, e para reforçar as solidariedades de proximidade.
DIA EUROPEU DOS VIZINHOS
Terça-feira 29 de Maio de 2007
www.vizinhos.eu
sábado, maio 26
"Maus pais"
Há um texto que anda a circular pela Internet muito cheio de sentido! Não sei de quem é... Mas agradeço na mesma a quem o escreveu!
"Um dia quando os meus filhos forem crescidos o suficiente para entenderem a lógica que motiva um pai, eu hei-de dizer-lhes:
- Amei-vos o suficiente para ter insistido para que juntassem o vosso dinheiro e comprassem uma bicicleta, mesmo que eu tivesse possibilidades de a comprar.
- Amei-vos o suficiente para ter ficado em pé junto de vós, duas horas enquanto limpavam o quarto, trabalho que eu teria realizado em quinze minutos.
- Amei-vos o suficiente para vos obrigar a pagar a pastilha elástica que “tiraram” da mercearia e dizer ao dono: eu roubei isto ontem e hoje queria pagar.
- Amei-vos o suficiente para ter ficado em silêncio, para vos deixar descobrir que o vosso novo amigo não era boa companhia.
- Amei-vos o suficiente para vos deixar assumir a responsabilidade das vossas acções, mesmo quando as penalizações eram tão duras que me partiam o coração.
- Amei-vos o suficiente para vos ter perguntado onde vão, com quem vão e a que horas chegam a casa.
- Amei-vos o suficiente para vos deixar ver a fúria, desapontamento e lágrimas nos meus olhos.
- Mas, acima de tudo, eu amei-vos o suficiente para vos dizer NÃO, quando sabia que me iriam odiar por isso.
Estou contente. Venci, porque afinal vocês também venceram. E qualquer dia, quando os vossos filhos forem suficientemente crescidos para entenderem a lógica que motiva os pais, vocês irão dizer-lhes, quando eles vos perguntarem, se os vossos pais eram maus, que sim, que eram os piores pais do mundo! Porque:
- Enquanto os outros miúdos comiam doces ao pequeno-almoço, nós tínhamos de beber leite com cereais ou com torradas.
- Os outros miúdos bebiam Coca-Cola ao almoço e comiam batatas fritas, enquanto que nós tínhamos de comer sopa, prato e fruta. E, mais! Não vão acreditar! Os nossos pais obrigavam-nos a jantar à mesa, o que era bastante diferente dos outros pais.
- Os nossos pais insistiam em saber onde estávamos a todas as horas, era quase uma prisão. Tinham de saber quem eram os nossos amigos e o que fazíamos com eles.
- Insistiam em que lhes disséssemos que íamos sair mesmo que demorássemos só uma hora ou menos.
- Nós tínhamos vergonha de admitir mas eles violaram uma data de leis do trabalho infantil: Nós tínhamos que fazer as camas, lavar a loiça, aprender a cozinhar, aspirar o chão, passar a ferro a nossa roupa, ir despejar o lixo e todo o tipo de trabalhos cruéis. Eu acho que eles nem dormiam, a pensar em mais coisas para nos mandar fazer.
- Eles insistiam sempre connosco para lhes dizermos a verdade e apenas toda a verdade, sempre a verdade.
- Na altura da nossa adolescência eles conseguiam ler os nossos pensamentos o que tornava a vida mesmo chata.
- Os nossos pais não deixavam os nossos amigos buzinarem para nós descermos. Tinham que subir, bater à porta para eles os conhecerem.
- Enquanto toda a gente podia sair com doze ou treze anos, nós tivemos que esperar pelos dezasseis.
- Por causa dos nossos pais, nós perdemos experiências fundamentais da adolescência: nenhum de nós esteve alguma vez envolvido em actos de vandalismo, em roubos, violação de propriedade, nem foi preso por algum crime.
Foi tudo por causa deles.
Agora que já saímos de casa, que somos adultos, honestos e educados, estamos a fazer o nosso melhor para sermos “maus pais” tal como os nossos foram. Acho que este é um dos males do mundo de hoje: Não há suficientes “maus pais”.
"Um dia quando os meus filhos forem crescidos o suficiente para entenderem a lógica que motiva um pai, eu hei-de dizer-lhes:
- Amei-vos o suficiente para ter insistido para que juntassem o vosso dinheiro e comprassem uma bicicleta, mesmo que eu tivesse possibilidades de a comprar.
- Amei-vos o suficiente para ter ficado em pé junto de vós, duas horas enquanto limpavam o quarto, trabalho que eu teria realizado em quinze minutos.
- Amei-vos o suficiente para vos obrigar a pagar a pastilha elástica que “tiraram” da mercearia e dizer ao dono: eu roubei isto ontem e hoje queria pagar.
- Amei-vos o suficiente para ter ficado em silêncio, para vos deixar descobrir que o vosso novo amigo não era boa companhia.
- Amei-vos o suficiente para vos deixar assumir a responsabilidade das vossas acções, mesmo quando as penalizações eram tão duras que me partiam o coração.
- Amei-vos o suficiente para vos ter perguntado onde vão, com quem vão e a que horas chegam a casa.
- Amei-vos o suficiente para vos deixar ver a fúria, desapontamento e lágrimas nos meus olhos.
- Mas, acima de tudo, eu amei-vos o suficiente para vos dizer NÃO, quando sabia que me iriam odiar por isso.
Estou contente. Venci, porque afinal vocês também venceram. E qualquer dia, quando os vossos filhos forem suficientemente crescidos para entenderem a lógica que motiva os pais, vocês irão dizer-lhes, quando eles vos perguntarem, se os vossos pais eram maus, que sim, que eram os piores pais do mundo! Porque:
- Enquanto os outros miúdos comiam doces ao pequeno-almoço, nós tínhamos de beber leite com cereais ou com torradas.
- Os outros miúdos bebiam Coca-Cola ao almoço e comiam batatas fritas, enquanto que nós tínhamos de comer sopa, prato e fruta. E, mais! Não vão acreditar! Os nossos pais obrigavam-nos a jantar à mesa, o que era bastante diferente dos outros pais.
- Os nossos pais insistiam em saber onde estávamos a todas as horas, era quase uma prisão. Tinham de saber quem eram os nossos amigos e o que fazíamos com eles.
- Insistiam em que lhes disséssemos que íamos sair mesmo que demorássemos só uma hora ou menos.
- Nós tínhamos vergonha de admitir mas eles violaram uma data de leis do trabalho infantil: Nós tínhamos que fazer as camas, lavar a loiça, aprender a cozinhar, aspirar o chão, passar a ferro a nossa roupa, ir despejar o lixo e todo o tipo de trabalhos cruéis. Eu acho que eles nem dormiam, a pensar em mais coisas para nos mandar fazer.
- Eles insistiam sempre connosco para lhes dizermos a verdade e apenas toda a verdade, sempre a verdade.
- Na altura da nossa adolescência eles conseguiam ler os nossos pensamentos o que tornava a vida mesmo chata.
- Os nossos pais não deixavam os nossos amigos buzinarem para nós descermos. Tinham que subir, bater à porta para eles os conhecerem.
- Enquanto toda a gente podia sair com doze ou treze anos, nós tivemos que esperar pelos dezasseis.
- Por causa dos nossos pais, nós perdemos experiências fundamentais da adolescência: nenhum de nós esteve alguma vez envolvido em actos de vandalismo, em roubos, violação de propriedade, nem foi preso por algum crime.
Foi tudo por causa deles.
Agora que já saímos de casa, que somos adultos, honestos e educados, estamos a fazer o nosso melhor para sermos “maus pais” tal como os nossos foram. Acho que este é um dos males do mundo de hoje: Não há suficientes “maus pais”.
quarta-feira, maio 23
segunda-feira, maio 21
A dignidade do corpo humano
Cadáveres humanos à venda na Internet
2007/05/17 12:14
Portugueses podem comprar, embora este tipo de tráfico seja ilegal
Uma empresa americana está a vender cadáveres e órgãos humanos na Internet e garantiu à Agência Lusa que os poderia enviar para Portugal «sem qualquer problema» legal, apesar de este tipo de tráfico ser proibido no país.
Cadáveres humanos em poses artísticas, como a famosa estátua grega de um atleta a lançar o disco, sentados a uma secretária, a andar de bicicleta ou a jogar basquetebol são algumas das «peças» disponíveis para compra no site da Internet.
A empresa norte-americana «Corcoran Laboratories» explica no site que utiliza uma técnica de preservação (polimerização dos corpos) que mantém para a eternidade os órgãos tais como ele estão no momento da morte ¿ a mesma técnica utilizada na exposição «Bodies Exibition», que está patente desde sábado em Lisboa.
Além dos corpos, o site vende mais de uma centena de órgãos: um pulmão, um pé, um feto, o intestino ou parte de um corpo cortado às fatias pode ser adquirido bastando para isso clicar no item «quote price» que surge na base de cada fotografia.
Os clientes habituais
Os clientes desta peculiar empresa são normalmente entidades científicas, museus e organismos interessados em exposições mas, como a Lusa apurou, não é vedado a um particular a compra de um cadáver.
«Normalmente fazemos negócio com universidades e outras instituições, mas também podemos vender a particulares», afirmou o funcionário, quando contactado pela agência Lusa.
A empresa garantiu não haver qualquer problema em enviar a encomenda mesmo quando confrontando com o facto da legislação portuguesa proibir este tipo de comércio.
«Nunca tivemos nenhum problema legal. Fazemos isto diariamente com vários países da Europa e nunca tivemos qualquer problema», disse o funcionário, que garante manter ligações comerciais com países como a vizinha Espanha ou a Alemanha.
«Desde o momento que é feita a compra pode demorar entre cinco a seis meses. O tempo de entrega é muito variável, depende se temos ou não o corpo», explicou, acrescentando que a origem do corpo é lícita, uma vez que os corpos são oriundos de pessoas que deram os corpos à ciência».
Preservação eterna: escolher últimas novidades no funeral
Questionado sobre os preços, o funcionário da empresa americana disse à agência Lusa que são muito variados dependendo do produto pretendido, fixo é o preço de um outro serviço: «A Preservação Eterna», que «dá a oportunidade às pessoas que queiram as últimas novidades no funeral e no enterro».
Por 100 mil dólares qualquer português pode adquirir este serviço. Após a morte o corpo é enviado para os Estados Unidos, onde é utilizada uma técnica que permite preservar para sempre todo o corpo humano tal como ele se encontra no momento da morte.
Depois, a empresa norte-americana garante, de acordo com o funcionário, o reenvio do cadáver para o país de origem. «Recebemos encomendas para este serviço de todo o mundo» garantiu o funcionário da Corcoran Laboratories.
Agência Lusa
2007/05/17 12:14
Portugueses podem comprar, embora este tipo de tráfico seja ilegal
Uma empresa americana está a vender cadáveres e órgãos humanos na Internet e garantiu à Agência Lusa que os poderia enviar para Portugal «sem qualquer problema» legal, apesar de este tipo de tráfico ser proibido no país.
Cadáveres humanos em poses artísticas, como a famosa estátua grega de um atleta a lançar o disco, sentados a uma secretária, a andar de bicicleta ou a jogar basquetebol são algumas das «peças» disponíveis para compra no site da Internet.
A empresa norte-americana «Corcoran Laboratories» explica no site que utiliza uma técnica de preservação (polimerização dos corpos) que mantém para a eternidade os órgãos tais como ele estão no momento da morte ¿ a mesma técnica utilizada na exposição «Bodies Exibition», que está patente desde sábado em Lisboa.
Além dos corpos, o site vende mais de uma centena de órgãos: um pulmão, um pé, um feto, o intestino ou parte de um corpo cortado às fatias pode ser adquirido bastando para isso clicar no item «quote price» que surge na base de cada fotografia.
Os clientes habituais
Os clientes desta peculiar empresa são normalmente entidades científicas, museus e organismos interessados em exposições mas, como a Lusa apurou, não é vedado a um particular a compra de um cadáver.
«Normalmente fazemos negócio com universidades e outras instituições, mas também podemos vender a particulares», afirmou o funcionário, quando contactado pela agência Lusa.
A empresa garantiu não haver qualquer problema em enviar a encomenda mesmo quando confrontando com o facto da legislação portuguesa proibir este tipo de comércio.
«Nunca tivemos nenhum problema legal. Fazemos isto diariamente com vários países da Europa e nunca tivemos qualquer problema», disse o funcionário, que garante manter ligações comerciais com países como a vizinha Espanha ou a Alemanha.
«Desde o momento que é feita a compra pode demorar entre cinco a seis meses. O tempo de entrega é muito variável, depende se temos ou não o corpo», explicou, acrescentando que a origem do corpo é lícita, uma vez que os corpos são oriundos de pessoas que deram os corpos à ciência».
Preservação eterna: escolher últimas novidades no funeral
Questionado sobre os preços, o funcionário da empresa americana disse à agência Lusa que são muito variados dependendo do produto pretendido, fixo é o preço de um outro serviço: «A Preservação Eterna», que «dá a oportunidade às pessoas que queiram as últimas novidades no funeral e no enterro».
Por 100 mil dólares qualquer português pode adquirir este serviço. Após a morte o corpo é enviado para os Estados Unidos, onde é utilizada uma técnica que permite preservar para sempre todo o corpo humano tal como ele se encontra no momento da morte.
Depois, a empresa norte-americana garante, de acordo com o funcionário, o reenvio do cadáver para o país de origem. «Recebemos encomendas para este serviço de todo o mundo» garantiu o funcionário da Corcoran Laboratories.
Agência Lusa
quinta-feira, maio 17
Uma visita ao Gana
Dois irmãos da Comunidade estão a fazer uma série de visitas na África Ocidental.
Um deles, natural do Togo, escreve:
«No Togo não vos pude enviar notícias devido aos problemas de electricidade. Agora vejo que não é só no Togo que temos problemas de energia! Aqui no Gana passa-se o mesmo, mas há mais organização: as pessoas sabem em que dias têm electricidade e em que dias não têm e podem organizar-se em função disso. Hoje tivemos um encontro com mais de 1200 jovens de toda a diocese de Accra, reunidos para o dia das vocações. Convidaram-me para falar a todos estes jovens e também numa reunião com os responsáveis das diferentes vigararias. Alguns dos padres presentes tinham aprendido os nossos cânticos no seminário... Fui à missa com um dos padres a uma aldeia a uma hora de Accra. A igreja está em construção, mas a celebração foi muito animada, com pequenos tambores. No início houve uma linda procissão. Durante a missa, de vez em quando era preciso enxotar as galinhas para que elas não se aproximassem do altar. Foi uma celebração muito bonita!»
retirado do site de Taizé
Um deles, natural do Togo, escreve:
«No Togo não vos pude enviar notícias devido aos problemas de electricidade. Agora vejo que não é só no Togo que temos problemas de energia! Aqui no Gana passa-se o mesmo, mas há mais organização: as pessoas sabem em que dias têm electricidade e em que dias não têm e podem organizar-se em função disso. Hoje tivemos um encontro com mais de 1200 jovens de toda a diocese de Accra, reunidos para o dia das vocações. Convidaram-me para falar a todos estes jovens e também numa reunião com os responsáveis das diferentes vigararias. Alguns dos padres presentes tinham aprendido os nossos cânticos no seminário... Fui à missa com um dos padres a uma aldeia a uma hora de Accra. A igreja está em construção, mas a celebração foi muito animada, com pequenos tambores. No início houve uma linda procissão. Durante a missa, de vez em quando era preciso enxotar as galinhas para que elas não se aproximassem do altar. Foi uma celebração muito bonita!»
retirado do site de Taizé
quinta-feira, maio 10
O sorriso
"O riso é algo que irrompe num estrondo e vai retumbando como o trovão na montanha, num eco que, no entanto, não chega ao infinito". O sorriso, pelo contrário é silencioso como chuva mansa que cai e fertiliza a terra ou como brisa suave que acaricia e refresca o rosto. Enquanto o riso é extroversão, o sorriso desvenda delicadamente o interior de quem sorri.
O poder do sorriso é grande, e saber sorrir é algo de muito importante. Antoine de Saint-Exupéry diz: "No momento em que sorrimos para alguém, descobrimo-lo como pessoa, e a resposta do seu sorriso quer dizer que nós também somos pessoa para ele".
(Maria Fernanda Barroca)
na aldeia
O poder do sorriso é grande, e saber sorrir é algo de muito importante. Antoine de Saint-Exupéry diz: "No momento em que sorrimos para alguém, descobrimo-lo como pessoa, e a resposta do seu sorriso quer dizer que nós também somos pessoa para ele".
(Maria Fernanda Barroca)
na aldeia
segunda-feira, maio 7
A vida dos outros
O Sábio e o Pássaro
Era uma vez, num determinado reino vivia um velho sábio. Ele era o mais sábio dos sábios e nenhuma questão que lhe fosse levada ficava sem solução. Ele sabia tudo de tudo.
Existia nesse reino um rapaz que não se conformava com isso. Ele não aceitava o fato do sábio conseguir decifrar qualquer enigma, fosse ele qual fosse. Durante muito tempo o plebleu ficou arquitetando uma forma de pregar uma peça no sábio.
" Tem que existir uma forma de enganar o sábio. Ninguém sabe tudo de tudo "... pensava ele.
Até que um dia ele descobriu uma forma, a qual nem mesmo o mais sábio dos sábios teria saída.
"Colocarei em minhas mãos, levemente fechadas, um pequeno pássaro vivo e perguntarei ao sábio se o pássaro está vivo ou morto. Se ele responder que está morto, eu abrirei as mãos e o libertarei para o vôo. Se ele responder que está vivo, eu o apertarei com os dedos e o matarei.
O sábio não terá saída.
Assim fez.
Diante do sábio ele procedeu como acima exposto, perguntando se o pássaro estava vivo ou morto.
O sábio olhou bem nos olhos do rapaz e respondeu:
"Meu bom homem, a vida desse pásssaro está em suas mãos ".
Muitas vezes, por diversas formas, a vida de outro ser está em nossas mãos. Cabe a nós a responsabilidade de escolher entre matá-lo ou salvá-lo.
tirado do Portal da Família
Era uma vez, num determinado reino vivia um velho sábio. Ele era o mais sábio dos sábios e nenhuma questão que lhe fosse levada ficava sem solução. Ele sabia tudo de tudo.
Existia nesse reino um rapaz que não se conformava com isso. Ele não aceitava o fato do sábio conseguir decifrar qualquer enigma, fosse ele qual fosse. Durante muito tempo o plebleu ficou arquitetando uma forma de pregar uma peça no sábio.
" Tem que existir uma forma de enganar o sábio. Ninguém sabe tudo de tudo "... pensava ele.
Até que um dia ele descobriu uma forma, a qual nem mesmo o mais sábio dos sábios teria saída.
"Colocarei em minhas mãos, levemente fechadas, um pequeno pássaro vivo e perguntarei ao sábio se o pássaro está vivo ou morto. Se ele responder que está morto, eu abrirei as mãos e o libertarei para o vôo. Se ele responder que está vivo, eu o apertarei com os dedos e o matarei.
O sábio não terá saída.
Assim fez.
Diante do sábio ele procedeu como acima exposto, perguntando se o pássaro estava vivo ou morto.
O sábio olhou bem nos olhos do rapaz e respondeu:
"Meu bom homem, a vida desse pásssaro está em suas mãos ".
Muitas vezes, por diversas formas, a vida de outro ser está em nossas mãos. Cabe a nós a responsabilidade de escolher entre matá-lo ou salvá-lo.
tirado do Portal da Família
Coisas que estranho
Uma criança desaparece do quarto onde dormia sozinha com dois irmãos. Nos media ontem:
- RTP mostrava que as travessias de barco para Ayamonte não são acompanhadas pela polícia. Ou seja, quem a raptou pode fugr por aí!
- Lead da SIC - "Pais de Madeleine só conseguiram ter filhos depois de tratamentos de fertilidade" - e o que é que isso tem a ver com o rapto?
- Depois de a polícia pedir para os media não darem informações sobre o raptor, os jornais dizem que tem cabelo curto e pele morena e deverá ser inglês...
E se em vez disto se fizesse:
- Relembrar casos de crianças desaparecidas que nunca apareceram como o Rui Pedro de Lousada. E também crianças que foram encontradas com vida?
- Como é que a polícia forense funciona? É tipo CSI?
- Perfil de raptores...
- RTP mostrava que as travessias de barco para Ayamonte não são acompanhadas pela polícia. Ou seja, quem a raptou pode fugr por aí!
- Lead da SIC - "Pais de Madeleine só conseguiram ter filhos depois de tratamentos de fertilidade" - e o que é que isso tem a ver com o rapto?
- Depois de a polícia pedir para os media não darem informações sobre o raptor, os jornais dizem que tem cabelo curto e pele morena e deverá ser inglês...
E se em vez disto se fizesse:
- Relembrar casos de crianças desaparecidas que nunca apareceram como o Rui Pedro de Lousada. E também crianças que foram encontradas com vida?
- Como é que a polícia forense funciona? É tipo CSI?
- Perfil de raptores...
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