quarta-feira, janeiro 21

O carácter internacionalista do povo Português

- Se tem um problema intrincado..........................- Vê -se grego;



- Se não compreende alguma coisa.........................- "aquilo" é chinês;



- Se trabalha de manhã à noite............................- trabalha como um mouro;



- Se vê uma invenção moderna.............................- É uma americanice;



- Se alguém fala muito depressa...........................- fala como um espanhol;


- Se alguém vive com luxo..........................- vive à grande e á francesa;


- Se alguém quer causar boa impressão...................- é só para inglês ver;


- Se alguém tenta regatear um preço.....................- é pior que um cigano;


- Se alguém é agarrado ao dinheiro ......................- é pior que um judeu;


- Se vê alguém a divertir-se....................- está a gozar que nem um preto;


- Se vê alguém com um fato claro vestido................- parece um brasileiro;


- Se vê uma loura alta e boa......................- parece uma autêntica sueca;


- Se quer um café curtinho...............................- pede uma italiana;


- Se vê horários serem cumpridos............- trata-se de pontualidade britânica;


- Se vê um militar bem fardado...........................- parece um soldado alemão;


- Se uma máquina funciona bem...........................- é como um relógio suiço;



Mas quando alguma coisa corre mal............ - é "à PORTUGUESA"

segunda-feira, janeiro 19

Um mestre oriental viu um escorpião que se afogava e decidiu tirá-lo da água, mas quando o fez, o escorpião lhe picou.
Como reacção à dor, o mestre soltou-o e o animal caiu na água e, de novo, estava se afogando.
O mestre tentou tirá-lo outra vez, e novamente o escorpião o picou.
Alguém que tinha observado tudo, aproximou-se do mestre e disse:
- Perdão, mas você é muito teimoso!
Não entende que cada vez que tentar tirá-lo da água, ele o picará?
O mestre respondeu:
- A natureza do escorpião é picar e isso não muda a minha natureza, que é ajudar.
Então, com a ajuda de um ramo,o mestre retirou o escorpião da água e salvou-lhe a vida.
Não mude a sua natureza se alguém o magoar.
Apenas tome as devidas precauções.

sábado, janeiro 17

O" que se lê nos jornais ou vê na televisão não corresponde à real situação que a população de Gaza enfrenta".

O Pe. Manuel Musallam, sacerdote na Faixa de Gaza, dá conta de uma “tragédia que tem de ser relatada a todos os homens de boa vontade”. Numa mensagem enviada à SIR – Serviço de Informação Religiosa, o sacerdote afirma que “as crianças e os pais dormem nos corredores das suas casas ou nas casas-de-banho para se protegerem das bombas. As pessoas tremem de medo a qualquer voz, a qualquer som dos bombardeamentos dos F16”.

Os alvos, sublinha o sacerdote, são as instituições do Hamas, mas “estas estão muito próximas das casas civis. Por isso, muitas casas foram destruídas e muitas crianças morreram”.

“As nossas crianças estão chocadas, doentes e têm fome, sofrem de má nutrição, pobreza e febre”.

“Os hospitais já não conseguem responder a situações de emergência e, tentam agora, dar resposta a centenas de casos, muitas vezes tendo de operar nos corredores. Os doentes e os feridos mais graves são enviados para a fronteira com o Egipto. Os que conseguem fugir, não voltam, porque morrem antes disso”, escreve o sacerdote, dando conta de uma situação “histérica nos hospitais”.

“São tratados como animais de zoo. Não há electricidade, alimentos, apenas medo”.

O sacerdote apela à oração para com a população de Gaza, pois considera que “a oração pode tocar o mundo, pois a oração não conhece barreiras políticas ou sociais. Na oração sentímo-nos parte integrante da Igreja universal e os irmãos muçulmanos são a nossa gente, com quem sofremos e partilhamos”.

quarta-feira, janeiro 14

"Ficámos de alguma forma magoados com a escolha das palavras do senhor Patriarca de Lisboa, relativamente à nossa Comunidade e ao diálogo que temos procurado com todas as confissões religiosas e, em particular, com as religiões cristãs"

Para o presidente da Comunidade Islâmica, as palavras do Patriarca são lidas como "uma chamada de atenção para o necessário respeito pelas diferenças" religiosas e conhecimento das outras religiões, para que "qualquer relação seja estável e duradoura".

Abdool Magid Vakil,
presidente da Comunidade Islâmica de Lisboa

sexta-feira, janeiro 9

Pára, senta-te e pensa

Primeiro pára, senta-te e pensa o que pretendes de bem. Depois, pondera, não as hipóteses teóricas, mas as possibilidades reais. Então, entre duas realidades, podes escolher a melhor. Discernir não é descobrir a única hipótese boa, é decidir, entre coisas boas, qual é a melhor, a mais construtiva para si e para os outros. Se é fácil ou difícil, isso não conta.

Vasco P. Magalhães, sj

essejota.net

quarta-feira, janeiro 7

A crise esta aí; Deus também está!

Deus é maior do que todas as crises mundiais e financeiras!

terça-feira, janeiro 6

Feliz Natal!

A Natividade é celebrada pelos cristãos ortodoxos na Europa Central e de Leste e um pouco por todo o mundo a 7 de Janeiro, por causa da diferença do Calendário Gregoriano – 13 dias depois dos outros cristãos. No leste, a Natividade é precedida de 40 dias de jejum, que começam a 15 de Novembro. Este é um tempo de reflexão, contenção pessoal e cura pelo Sacramento da Reconciliação.

A Festa Ortodoxa da Natividade tem início na Véspera de Natal (6 de Janeiro) e termina com a Festa da Epifania.

Normalmente, na Véspera de Natal, os cristãos ortodoxos jejuam até tarde, ao anoitecer, até que a primeira estrela apareça. Quando a estrela é avistada, as pessoas preparam a mesa para a ceia de Natal. A ceia da Véspera de Natal, ou “Sviata Vecheria” (Santa Ceia), junta a família para partilhar alimentos próprios e dá início à festa com vários costumes e tradições, que remontam à antiguidade. Os rituais da Véspera de Natal são dedicados a Deus, para protecção e bem-estar da família e em memória dos antepassados.

segunda-feira, janeiro 5

Direitos Humanos

D. Manuel Silva Martins considera que o código de trabalho desrespeita os Direitos Humanos. Numa entrevista concedida ao programa de rádio Caminho de Emaús, o Bispo emérito de Setúbal defende que "muito do que é fundamental nos direitos do homem está a ser esquecido". D. Manuel Silva Martins especifica: "refiro-me só no que diz respeito ao trabalho. E, se quiser, ainda afunilo mais e digo, no que diz respeito, ao código de trabalho".

texto completo na Agencia Ecclesia

quinta-feira, janeiro 1

Ano novo, vida nova?

Vivo sempre um sentimento estranho na passagem de ano.
Fazemos uma grande festa ao passar do dia 31 para o dia 1.
Acho que acaba por ser uma forma de celebrar o facto de estarmos vivos. E com isso concordo!
Mas devíamos fazê-lo todos os dias!
No dia 30, estive na Praça do Comércio. No centro, palco montado com música a altos berros. Tudo preparado para a festa de dia 31.
Nas arcadas, uma dezena de sem-abrigo aquecia-se com os seus cobertores. Um jovem dizia, com tranquilidade, como quem fala de outra pessoa: "Os meus pais nunca me quiseram. Não é agora que me vão querer".
Ao chegar ao quentinho da minha casa, pensei nos homens e mulheres que deixara para trás, nas ruas em que ficam todos os dias, ao frio, sem ninguém que lhes diga: "Amo-te!" ou "Deixei-te um cházinho quentinho!".