Após despistar-se de automóvel Mulher sobrevive cinco dias caída numa ravina Sem água nem comida, a jovem agarrou-se "à vida por causa dos filhos" e conseguiu sobreviver cinco dias presa nos destroços da carrinha com que se despistou. | ||||||||
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| Uma jovem de 21 anos sobreviveu, durante cinco dias, sem água nem comida, a uma queda numa ravina que ocultava os destroços da sua carrinha, encontrando-se a recuperar dos vários ferimentos. O marido da jovem declarou hoje à estação televisiva ABC que ela lhe contou que se agarrou à vida por causa dos seus dois filhos, ainda bebés, e que, apesar das múltiplas fracturas sofridas, ficará bem. in Expresso | ||||||||
quinta-feira, agosto 28
Agarrar-se à vida... uma boa notícia
sexta-feira, agosto 22
Trabalhar clandestiamente
Numa das aldeias no Norte da China, as pessoas trabalham na agricultura. São pobres e a água é preciosa. As casas não têm aquecimento nem as infraestruturas sanitárias.
O Pe. Pedro (nome fictício), da Igreja clandestina, passa a sua vida a viajar de aldeia em aldeia, de casa em casa. Em 23 aldeias, as famílias dão-lhe abrigo durante uma ou duas noites. Transporta consigo, dentro de um saco, todos os seus pertences.
“Todos os dias celebro a missa, ouço confissões e visito os doentes. Aos Domingos, há três ou quatro missas em locais seleccionados de modo a que muitas pessoas possam assistir”, explica. O Pe. Pedro é sacerdote católico há 12 anos, quatro dos quais na paróquia onde actualmente se encontra. As suas visitas são aguardadas com entusiasmo, pois consideram-no membro da família. Mas o que ele faz é ilegal, pois é padre de uma igreja clandestina.
“Somos perseguidos”, admite o sacerdote, acrescentando que a liberdade na China ainda está muito longínqua na China, mas temos de ter fé. Jesus disse-nos «Não tenhais medo». A Igreja de Roma foi perseguida durante 300 anos e no final consegui a sua liberdade”.
O governo chinês tolera a religião sob o apertado controlo das chamadas Associações Patrióticas, que têm por objectivo assegurar que as crenças religiosas não ameacem a linha partidária. Existem três igrejas, uma das quais depende inteiramente da Associação Patriótica. Outra pertence ao Papa e à Associação Patriótica. Outra é exclusivamente leal ao Papa”.
Os cristãos que não rendem a sua fé às directivas governamentais são conduzidos para a clandestinidade, correndo o risco de serem detidos a qualquer momento. A missa é celebrada secretamente, uma vez que as igrejas provisórias podem ser destruídas pelas autoridades de um dia para o outro.
agencia ecclesia
O Pe. Pedro (nome fictício), da Igreja clandestina, passa a sua vida a viajar de aldeia em aldeia, de casa em casa. Em 23 aldeias, as famílias dão-lhe abrigo durante uma ou duas noites. Transporta consigo, dentro de um saco, todos os seus pertences.
“Todos os dias celebro a missa, ouço confissões e visito os doentes. Aos Domingos, há três ou quatro missas em locais seleccionados de modo a que muitas pessoas possam assistir”, explica. O Pe. Pedro é sacerdote católico há 12 anos, quatro dos quais na paróquia onde actualmente se encontra. As suas visitas são aguardadas com entusiasmo, pois consideram-no membro da família. Mas o que ele faz é ilegal, pois é padre de uma igreja clandestina.
“Somos perseguidos”, admite o sacerdote, acrescentando que a liberdade na China ainda está muito longínqua na China, mas temos de ter fé. Jesus disse-nos «Não tenhais medo». A Igreja de Roma foi perseguida durante 300 anos e no final consegui a sua liberdade”.
O governo chinês tolera a religião sob o apertado controlo das chamadas Associações Patrióticas, que têm por objectivo assegurar que as crenças religiosas não ameacem a linha partidária. Existem três igrejas, uma das quais depende inteiramente da Associação Patriótica. Outra pertence ao Papa e à Associação Patriótica. Outra é exclusivamente leal ao Papa”.
Os cristãos que não rendem a sua fé às directivas governamentais são conduzidos para a clandestinidade, correndo o risco de serem detidos a qualquer momento. A missa é celebrada secretamente, uma vez que as igrejas provisórias podem ser destruídas pelas autoridades de um dia para o outro.
agencia ecclesia
quinta-feira, agosto 21
Distibuir é uma sabedoria
Distribuir é uma sabedoria. Pode pensar-se que é fácil e que, para ser justo, basta dividir em partes iguais para cada um. Mas não, essa seria uma justiça cega, sem coração. Distribuir é dar a cada um aquilo que cada um necessita. E como as necessidades são distintas, só há igualdade se se atender à diferença.
Vasco P. Magalhães, sj
Vasco P. Magalhães, sj
terça-feira, agosto 19
questão de perspectivas
Conta Joseph H. Lee, um empregado aeroportuário:
"No Aeroporto de Sudbury, no Ontário, onde eu estava empregado no sector dos passageiros, aterrou, durante uma tempestade, um avião vindo de Elliot Lake e que seguia para Earlton. Uma jovem veio apressada ao meu guiché e pediu o reembolso do bilhete referente ao trajecto restante.
Quando lhe perguntei a razão da interrupção da viagem, ela disse:
- Quando estávamos lá em cima, durante o voo, o avião não parava de dar saltos!Quanto eu rezei para que ele descesse!
Casualmente, o capitão desse avião estava mesmo atrás dela.
- Pois eu - disse ele, abanando a cabeça - rezava para conseguir mantê-lo lá em cima!
"No Aeroporto de Sudbury, no Ontário, onde eu estava empregado no sector dos passageiros, aterrou, durante uma tempestade, um avião vindo de Elliot Lake e que seguia para Earlton. Uma jovem veio apressada ao meu guiché e pediu o reembolso do bilhete referente ao trajecto restante.
Quando lhe perguntei a razão da interrupção da viagem, ela disse:
- Quando estávamos lá em cima, durante o voo, o avião não parava de dar saltos!Quanto eu rezei para que ele descesse!
Casualmente, o capitão desse avião estava mesmo atrás dela.
- Pois eu - disse ele, abanando a cabeça - rezava para conseguir mantê-lo lá em cima!
segunda-feira, agosto 18
quarta-feira, agosto 13
China...
China: Pequim chama estrangeiros para celebrações religiosas nos Jogos Olímpicos
A Associação Patriótica Católica de Pequim vai “contratar” padres estrangeiros para celebrar missas e, assim, responder às necessidades dos turistas presentes no país para ver os Jogos Olímpicos, no próximo mês de Agosto.
"Apesar de os padres chineses serem capazes de falar várias línguas, os padres estrangeiros teriam um facilidade maior de celebrar as missas em línguas estrangeiras durante os Jogos", disse Yu Shuqin, da Diocese de Pequim.
Os estrangeiros podem trazer objectos ou material religioso para uso pessoal, durante os Jogos de Pequim. Isto significa que nada mudará em relação às regras habituais relativas às actividades religiosas: não é permitida a distribuição de Bíblias ou livros religiosos.
Mais evidente para a comunidade internacional é o facto de o regime de Pequim proibir quaisquer actividades de apoio à causa do Tibete ou ao Dalai Lamai, bem como quaisquer encontros com fiéis das comunidades religiosas ditas clandestinas (não reconhecidas pelo regime de Pequim)
O sítio oficial dos Jogos Olímpicos (www.beijing2008.cn) contém uma série de instruções sobre o que os visitantes não devem trazer ao país. Numa nota, especifica-se claramente que “às pessoas é pedido que não tragam mais do que uma Bíblia para a China, em cada visita” (http://en.beijing2008.cn/22/69/article212026922.shtml).
Fundação Ajuda à Igrja que Sofre
A Associação Patriótica Católica de Pequim vai “contratar” padres estrangeiros para celebrar missas e, assim, responder às necessidades dos turistas presentes no país para ver os Jogos Olímpicos, no próximo mês de Agosto.
"Apesar de os padres chineses serem capazes de falar várias línguas, os padres estrangeiros teriam um facilidade maior de celebrar as missas em línguas estrangeiras durante os Jogos", disse Yu Shuqin, da Diocese de Pequim.
Os estrangeiros podem trazer objectos ou material religioso para uso pessoal, durante os Jogos de Pequim. Isto significa que nada mudará em relação às regras habituais relativas às actividades religiosas: não é permitida a distribuição de Bíblias ou livros religiosos.
Mais evidente para a comunidade internacional é o facto de o regime de Pequim proibir quaisquer actividades de apoio à causa do Tibete ou ao Dalai Lamai, bem como quaisquer encontros com fiéis das comunidades religiosas ditas clandestinas (não reconhecidas pelo regime de Pequim)
O sítio oficial dos Jogos Olímpicos (www.beijing2008.cn) contém uma série de instruções sobre o que os visitantes não devem trazer ao país. Numa nota, especifica-se claramente que “às pessoas é pedido que não tragam mais do que uma Bíblia para a China, em cada visita” (http://en.beijing2008.cn/22/69/article212026922.shtml).
Fundação Ajuda à Igrja que Sofre
sexta-feira, agosto 8
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