sexta-feira, janeiro 20

Maria

Chamara-lhe Maria mas todos a conheciam por Mariazita. Mulher pequenina, marissíma, dona de uma fragilidade aparente, tem um sorriso amável. Faz parte do meu passado e da minha história. Habituei-me a vê-la na infância e a conviver com a sua simplicidade.
A Mariazita morreu esta semana. Nunca deve ter visto um computador mas ensinou-me muito com a sua simplicidade e amabilidade. Era mulher habituada às agruras e caprichos da terra.
Obrigada por tudo, Maria!

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