"O que me preocupa não é o grito dos violentos. É o silêncio dos bons."
Martin Luther King
sexta-feira, junho 29
quarta-feira, junho 27
Vasos de Barro
segunda-feira, junho 25
Casamento
O amor humano autêntico é uma entrega total da própria pessoa: alma, coração, corpo, toda a própria vida, presente e futuro. Quando duas pessoas se amam, sabem que vão compartilhar toda a sua vida. O casal é isto: um com uma para sempre, em tudo, para terminar nos filhos. Já não são dois, mas uma só carne e uma só vida. Antes eram duas vidas independentes que, de vez em quando, coincidiam. Agora estão intimamente ligados, a vida de um é inseparável da do outro. Até nas coisas mais concretas.
Mikel Santamaría Garai, na Aldeia
Mikel Santamaría Garai, na Aldeia
quinta-feira, junho 21
Lei do aborto regulamentada
Uma conhecida comentadora dizia hoje no Rádio Clube Português não entender a razão pela qual tantos médicos são objectores de consciência em relação ao aborto. Dizia ela que o aborto é considerado pelos obstetras um trabalho menor por ter sido feito em outros tempos por parteiras. Como para os dentistas arrancar dentes também o seria... até porque era um trabalho antes feito por barbeiros...
Será igual arrancar um dente da boca de um doente e arrancar um feto da barriga da mãe?!
Será igual arrancar um dente da boca de um doente e arrancar um feto da barriga da mãe?!
quarta-feira, junho 20
Decálogo dos condutores
I.Não matarás
II. A estrada seja para ti um instrumento de comunhão, não de danos mortais
III. Cortesia, correcção e prudência ajudar-te-ão
IV. Sê caridoso e ajuda o próximo em necessidade, especialmente se for vítima de um acidente
V. O automóvel não seja para ti expressão de poder, de domínio e ocasião de pecado
VI. Convence os jovens e os menos jovens a não conduzirem quando não estão em condições de o fazer
VII. Apoia as famílias das vítimas dos acidentes
VIII. Procura conciliar a vítima e o automobilista agressor, para que possam viver a experiência libertadora do perdão
IX. Na estrada, tutela a parte mais fraca
X. Sente-te responsável pelos outros
II. A estrada seja para ti um instrumento de comunhão, não de danos mortais
III. Cortesia, correcção e prudência ajudar-te-ão
IV. Sê caridoso e ajuda o próximo em necessidade, especialmente se for vítima de um acidente
V. O automóvel não seja para ti expressão de poder, de domínio e ocasião de pecado
VI. Convence os jovens e os menos jovens a não conduzirem quando não estão em condições de o fazer
VII. Apoia as famílias das vítimas dos acidentes
VIII. Procura conciliar a vítima e o automobilista agressor, para que possam viver a experiência libertadora do perdão
IX. Na estrada, tutela a parte mais fraca
X. Sente-te responsável pelos outros
Refugiado ou imigrante?
Segundo a Convenção de Genebra, refugiado é toda a pessoa que por causa de fundados temores de perseguição devido à sua raça, religião, nacionalidade, associação a determinado grupo social ou opinião política, encontra-se fora de seu país de origem e que, por causa dos ditos temores, não pode ou não quer regressar ao mesmo.
O difícil é provar uma situação concreta e, uma vez que na sua maioria são questões culturais, “é muito difícil para nós, países europeus, perceber e confiar que alguém de facto corria perigo”, aponta Rosário Farmhouse. A grande diferença que sublinha existir entre refugiado e imigrante é não ter tempo de fazer a mala e não poder voltar a seu país. Um refugiado não tem tempo para preparar a viagem, porque quando percebe que tem de fugir não pode organizar nada, por isso “a sua maioria não traz consigo qualquer documento, deixou família ou perdeu-a, acrescido ao drama de não poder voltar. É uma dor muito profunda”.
Um imigrante partilha essa dor, porque deixa o seu país, porque tem de deixar a família para trás e não poucas vezes o processo de reagrupamento é extenso, mas se o entender pode regressar, mesmo que seja para visitar, situação que não acontece com os refugiados. Havendo alguma confusão com os dois termos, “em Portugal somos muito procurados por imigrantes”.
agencia ecclesia
20 de Junho - Dia Mundial dos Refugiados
O difícil é provar uma situação concreta e, uma vez que na sua maioria são questões culturais, “é muito difícil para nós, países europeus, perceber e confiar que alguém de facto corria perigo”, aponta Rosário Farmhouse. A grande diferença que sublinha existir entre refugiado e imigrante é não ter tempo de fazer a mala e não poder voltar a seu país. Um refugiado não tem tempo para preparar a viagem, porque quando percebe que tem de fugir não pode organizar nada, por isso “a sua maioria não traz consigo qualquer documento, deixou família ou perdeu-a, acrescido ao drama de não poder voltar. É uma dor muito profunda”.
Um imigrante partilha essa dor, porque deixa o seu país, porque tem de deixar a família para trás e não poucas vezes o processo de reagrupamento é extenso, mas se o entender pode regressar, mesmo que seja para visitar, situação que não acontece com os refugiados. Havendo alguma confusão com os dois termos, “em Portugal somos muito procurados por imigrantes”.
agencia ecclesia
20 de Junho - Dia Mundial dos Refugiados
terça-feira, junho 19
sexta-feira, junho 15
a Vida é tão rara
Mesmo quando tudo pede um pouco mais de calma
Até quando o corpo pede um pouco mais de alma
A vida não pára...
E quando o tempo acelera e pede pressa
Eu recuso faço hora, vou na valsa
A vida é tão rara...
E quando todo o mundo espera procura do mal
E a loucura finge que isso tudo é normal
Eu fingo ter paciência...
O mundo vai girando cada vez mais veloz
Agente espera do mundo e o mundo espera de nós
Um pouco mais de paciência...
Será que é tempo que me falta para perceber
Será que temos esse tempo para perder
E quem quer saber, a vida é tão rara
Tão rara...
Mesmo quando tudo pede um pouco mais de calma
Mesmo quando o corpo pede um pouco mais de alma
Eu sei, eu sei
A vida não para...
A vida não para não!
Será que é tempo que me falta para perceber
Será que temos esse tempo p'ra perder
E quem quer saber, a vida é tão rara
Tão rara...
Mesmo quando tudo pede um pouco mais de calma
Atá quando o corpo pede um pouco mais de alma
Eu sei, eu sei
A vida não pára
A vida não pára não!
Mafalda Veiga e João Pedro Pais
Até quando o corpo pede um pouco mais de alma
A vida não pára...
E quando o tempo acelera e pede pressa
Eu recuso faço hora, vou na valsa
A vida é tão rara...
E quando todo o mundo espera procura do mal
E a loucura finge que isso tudo é normal
Eu fingo ter paciência...
O mundo vai girando cada vez mais veloz
Agente espera do mundo e o mundo espera de nós
Um pouco mais de paciência...
Será que é tempo que me falta para perceber
Será que temos esse tempo para perder
E quem quer saber, a vida é tão rara
Tão rara...
Mesmo quando tudo pede um pouco mais de calma
Mesmo quando o corpo pede um pouco mais de alma
Eu sei, eu sei
A vida não para...
A vida não para não!
Será que é tempo que me falta para perceber
Será que temos esse tempo p'ra perder
E quem quer saber, a vida é tão rara
Tão rara...
Mesmo quando tudo pede um pouco mais de calma
Atá quando o corpo pede um pouco mais de alma
Eu sei, eu sei
A vida não pára
A vida não pára não!
Mafalda Veiga e João Pedro Pais
quarta-feira, junho 13
Santo António de Lisboa
Santo António nasceu em Lisboa, provavelmente a 15 de Agosto de 1195, numa casa junto das portas da antiga cidade (Porta do Mar), que se pensa ter sido o local onde, mais tarde, se ergueu a Igreja em sua honra.
Tendo então o nome de Fernando, fez na vizinha Sé os seus primeiros estudos, tomando mais tarde, em 1210 ou 1211, o hábito de Cónego Regrante de Santo Agostinho, em São Vicente de Fora, pela mão do Prior D. Estêvão.
Ali permaneceu até 1213 ou 1214, data em que se deslocou para o austero Mosteiro de Santa Cruz de Coimbra, onde realizou os seus estudos superiores em Direito Canónico, Ciências, Filosofia e Teologia.
Segundo a tradição, talvez um pouco lendária, o Santo tinha uma memória fora do comum, sabendo de cor não só as Escrituras Sagradas, como também a vida dos Santos Padres.
As relíquias dos Santos Mártires de Marrocos que chegaram a Coimbra em 1220, fizeram-no trocar de Ordem Religiosa, envergando o burel de Frade Franciscano e recolher-se como Eremita nos Olivais. Foi nessa altura que mudou o seu nome para António e decidiu deslocar-se a Marrocos, onde uma grave doença o reteve todo o inverno na cama. Decidiram os superiores repatriá-lo como medida de convalescença.
Quando de barco regressava a Portugal, desencadeou-se uma enorme tempestade que o arrastou para as costas da Sicília, sendo precisamente na Itália que iria revelar-se como teólogo e grande pregador.
sábado, junho 9
quinta-feira, junho 7
nós (somos a forma bonita, completa de se viver)
nós somos a forma bonita, completa de se cantar
nós somos a voz e a palavra que nunca vão acabar
cantando e amando e vivendo
com toda a vontade que é possivel ter
nós somos a forma bonita, completa de se viver
nós somos o ser extravazado que o nosso sentir nos dá
o mito complexificado em busca do que não há
cantando e amando e vivendo
com toda a verdade que é possivel ter
nós somos a forma bonita, completa de se viver
e eu canto e eu quero o que eu canto
eu preciso cantar para encher essa forma
eu sou o que eu canto
é na voz que eu rebento de mim
alguém completado na vida
prolongado na morte que já ninguém tem
a partir do momento em que a forma bonita
se encheu de uma essencia qualquer de ser
nós somos a dor mais profunda que existe em todo o planeta
nós somos também a alegria melhor que se inventa
se alguém perguntar afinal
o que é que nós somos de tão lindo assim
a resposta é tão simples
basta olhar pra vocês e para mim
mafalda veiga
nós somos a voz e a palavra que nunca vão acabar
cantando e amando e vivendo
com toda a vontade que é possivel ter
nós somos a forma bonita, completa de se viver
nós somos o ser extravazado que o nosso sentir nos dá
o mito complexificado em busca do que não há
cantando e amando e vivendo
com toda a verdade que é possivel ter
nós somos a forma bonita, completa de se viver
e eu canto e eu quero o que eu canto
eu preciso cantar para encher essa forma
eu sou o que eu canto
é na voz que eu rebento de mim
alguém completado na vida
prolongado na morte que já ninguém tem
a partir do momento em que a forma bonita
se encheu de uma essencia qualquer de ser
nós somos a dor mais profunda que existe em todo o planeta
nós somos também a alegria melhor que se inventa
se alguém perguntar afinal
o que é que nós somos de tão lindo assim
a resposta é tão simples
basta olhar pra vocês e para mim
mafalda veiga
terça-feira, junho 5
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