"Por vezes, um guerrilheiro vinha sentar-se junto de mim, cruel, abominável, e eu era capaz de sorrir-lhe.
(...)
Nunca, nunca, nunca perdi a fé. Deus esteve comigo do primeiro ao último dia da minha horrível experiência. E continua comigo. "
Ingrid Betancourt, Público, 14 Julho 2008
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