Esta semana, dois primos, de 15 e de 12 anos, brincavam com o que não deviam, uma espingarda. Como a notícia chegou até aqui é porque correu mal. A arma disparou acidentalmente e matou o de 15 anos. O CM contou a história. Ontem, o jornal, ao correr da pena sobre o funeral, contou também que o pai do garoto morto teve o cuidado de acalmar o sobrinho que disparou. E, contou ainda o jornal, esse senhor fez a doação dos órgãos do filho para transplantes, para salvar outras vidas. (...) Se os jornais estão cheios de actos e protagonistas para esquecer, não sei porque não se hão-de relembrar os gestos e os homens que nos dão esperança.
Ferreira Fernandes, Correio da Manhã, 7 de Agosto de 2006
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