Em Setembro de 1975, uma mulher descobriu que estava grávida. As coisas estavam muito difíceis para ela uma vez que estava a criar dois filhos, de 6 e 15 anos. O pai deles tinha-os abandonado e recusado ajuda monetária ou de qualquer outra forma. A única alternativa para esta mulher, parecia-lhe, era abortar o bebé inesperado. Afinal de contas, ela mal podia sustentar os filhos que já tinha.
Entre Setembro de 1975 e Janeiro de 1976, esta mulher fez 3 abortos terapêuticos numa tentativa para se livrar de um filho indesejado. Por razões que só Deus sabe, estes abortos não se concretizaram e em Abril de 1976, o seu bebé nasceu dois meses antes do tempo. A criança era perfeita e saudável.
Infelizmente em Março de 1977, a sua mãe morreu, menos de um ano depois do seu bebé ter nascido. Depois da morte da mãe, o pai da criança e a avó paterna assumiram a custódia do bebé e dos seus dois irmãos.
Hoje esta jovem mulher tem 25 anos e está a criar a sua própria família. É saudável e normal em todos os aspectos. Eu sou essa criança de que vos falo. A minha mãe não tinha o direito de tentar e de me abortar, fossem quais fossem as circunstâncias, por mais inconveniente que a gravidez fosse. E se ela estivesse aqui connosco hoje tenho a certeza que concordaria. A vida é demasiado preciosa para simplesmente deitar fora. Agora eu posso falar contra o aborto da perspectiva do bebé. Qualquer bebé escolharia viver.
Amy, aqui
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