sexta-feira, janeiro 19

Em Espanha, é legal

"Já não sinto aquele ódio pelo meu noivo porque ao fim e ao cabo ele foi outra vítima igual a mim. Ninguém nos ajudou, fomos outro negócio para os grandes que estão a encher os bolsos acabando com vidas inocentes e com os pais de essas vidas.
O triste de tudo isso é que no momento em que vais fazer um aborto, não te contam a realidade nem as sequelas que vão ficar para o resto da vida. Ainda que a lei diga que o médico deve informar a mulher de tudo, na prática, lamentavelmente isso não acontece.
Pois bem, acabei oferecendo o meu apoio a todas as vítimas de aborto, e dando forças para que lutem, para que não se rendam e sobretudo para que não p permitam mais."

Elena, 22 anos, aqui

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