Em que ficamos, então? Devemos ser conservadores ou progressistas? Uma hipótese seria dizer que nem uma coisa nem outra, mas parece-me que tal atitude não é possível. Perante uma determinada situação ou deixamos as coisas ficar como estão ou procuramos novas soluções. Ou conservamos ou progredimos. Não existe uma possibilidade intermédia, e o mais sensato é tentar perceber qual deve ser em cada caso a nossa postura. Com muita humildade, como quem é consciente de que não eram estúpidos aqueles que pertenceram à Igreja antes de nós, e como quem contempla um Deus sempre maior que nunca deixará de nos surpreender. Numa palavra, talvez seja o discernimento a atitude a cultivar.
Bruno Nobre
01.03.2008
in essejota.net
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