domingo, março 9

Fevereiro em Timor Lorosae

Um dos irmãos escreve: «O primeiro encontro estava previsto para Bazartete, uma paróquia nas montanhas, a uma hora e meia de Dili. Devido às chuvas, as estradas estavam praticamente intransitáveis para os veículos a motor. Mas, apesar de tudo, vieram 250 jovens, alguns de localidades muito distantes, como Maliana e Liquiça… Aqueles que assim o desejaram puderam pernoitar na aldeia e as pessoas da paróquia tinham-lhes preparado uma pequena ceia. O que significava que podíamos estar à vontade, sem pressas... Eu estava em Baucau quando chegou a notícia do atentado contra o Presidente da República e da morte do Major Alfredo. Obviamente, a notícia gerou uma enorme ansiedade. O que iria acontecer? «Em Timor, nunca se sabe o que vai acontecer amanhã». Todos permaneceram calmos e a nossa reflexão pôde continuar. Soubemos que a cidade de Dili estava calma e partimos para Fuiloro, onde 400 jovens nos esperavam. Vindos não só das duas grandes escolas de Dom Bosco, mas também de Los Palos e de outros lugares distantes de Baucau. Nesta situação de tamanha incerteza, não poderia ter sido mais apropriado terminar o encontro com uma oração à volta da cruz.»


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