Num dos pequenos grupos de partilha, um jovem disse: «Rezamos, rezamos e nada muda!» E, depois, acrescentou: «Será que poderemos realmente ter esperança?» Ouvir estas palavras foi dilacerante. Mas a sua questão confirmou-nos naquilo que procuramos partilhar: uma oração muito simples, onde podemos abrir o nosso coração tal como ele é, com a violência e o desejo de paz que o habitam, e deixar Cristo reavivar a esperança.
www.taize.fr
Sem comentários:
Enviar um comentário